Pesquisas realizadas nos Estados Unidos da América, China e Turquia, desde a s anos 1950 e, mais recentemente, feitas no Irã e na Espanha, comprovaram que a prática de aborto aumenta a probabilidade da mulher desenvolver o câncer de mama.

Essas pesquisas comprovaram cientificamente que na mulher que tenha praticado 1 aborto, as chances sobem para 43%; com 2 abortos, sobem para 76%; e com 3 abortos, as chances chegam aos impressionantes 89% de desenvolver o câncer.

Isto porque, até o sexto mês da gravidez, no corpo da mulher há uma grande proliferação das glândulas mamárias e, com a interrupção pelo aborto, não se consegue interromper essa multiplicação celular e muitas dessas células se transformaram em cancerígenas.

O contrário também é verdadeiro. A mulher que engravida mais e leva até o fim a gestação, recebe benefícios para a saúde. Verifica-se que quanto maior o número de filhos tiver, menor a possibilidade de contrair câncer.

Ao que se percebe, não se trata apenas de uma questão moral. Estas pesquisas são bastante conhecidas nos meios acadêmicos. É, no mínimo, estranho que os movimentos feministas não as tenham citado, apenas se concentrando em pesquisas sociológicas e de opinião ou em questões jurídicas, em detrimento das informações da medicina científica.

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