Realmente o mundo está cambiando e o ser social e sua vida em sociedade aparentam estar no centro dessas mudanças. Mas, existe uma estratégia com ótica um tanto diferente

Atrevo-me a dizer que esse atual protagonismo social do indivíduo ecologicamente correto é nada mais que aquela velha ilusão muito bem construída pela repetida doutrinação imposta implícita ou explicitamente, quer sejam por indivíduos ou corporações. Ainda somos gado tocado. Difícil não ser… E, atualmente, somos ainda com a ilusão que nos aliamos a algo “justo e boníssimo” como a ecologia.

Ainda somos gado tocado. Difícil não ser…

Não se iludam: Os países ricos e desenvolvidos se tornaram o que são à custa da emissão de carbono e explorando o meio-ambiente. Não existe alguém que tenha feito de forma diferente. E muitos deles estão afirmando que, agora, o problema são as economias emergentes que estão emitindo muito dióxido de carbono. Não vimos uma boa economia  se desenvolver em lugar algum do mundo, sem a exploração e utilização dos recursos naturais. A China é o atual exemplo de como cambiar seu futuro à custa da exploração extrema de recursos naturais e da emissão de carbono – embora seja uma “feliz” assinante do tratado de Paris, mesmo não cumprindo uma vírgula sequer do acordo. É preciso compreender que não existe forma de se desenvolver, senão emitindo carbono e explorando recursos naturais. E para os países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, não seria diferente.

É preciso compreender que não existe forma de se desenvolver, senão emitindo carbono e explorando recursos naturais.

Ao contrário do que se vem afirmando por aí, os EUA (quando então presidido por Obama) não tinham assinado o acordo de Paris. Ele – Obama – se comprometeu a “no futuro” assinar, somente após seu congresso rever os termos. Também, na Rio 92, os EUA se recusaram a assinar o acordo de intenções sobre o clima. O mesmo se deu na Rio+20, ignorada completa e solenemente pelo então presidente americano e pelos EUA.

Trump está apenas sendo franco. Está afirmando às claras aquilo que os compatriotas de seu país (indivíduos e corporações) sempre pensaram. Apenas a esquerda que lhe opõe e os cientistas, agentes e “OS” dependuradas na ONU, que ficarão sem os bilhões de dólares negados por Trump.

Os países desenvolvidos já demonstraram como conseguiram. E que isso pode ser feito. E que foi, justamente, explorando a natureza e emitindo carbono.

Cuidado, pois, ao contrário do que se pensa, ao abdicar de explorar os recursos disponíveis em seu país, pode estar abdicando de seu progresso e simplesmente guardando tais recursos para servirem como “reserva estratégica” para serem no futuro explorados pelos países desenvolvidos, que já alcançaram seu progresso explorando o seu.

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