Já está na hora de deixar de ser enganado e não mais permitir que aliciem seus filhos:

O Socialismo, o anti-Capitalismo e a pseudo-Democracia

Existe atualmente um evidente projeto de implantação da ideologia socialista de esquerda que pretende levar todos a nutrir rigorosa aversão àqueles que auferem mais recursos monetários que a maioria, contra  os quais, em uma raiva impiedosa, intitulam como sendo “os empresários malvadões”. Por decorrência dessa doutrinação de esquerda, que há muito vem intentada, mas que há 30 anos vem sendo mais efetivamente   implementada no Brasil, muitos já se transformaram ou  se dizem simpáticos às causas socializantes ou ao ideal socialista, com um bom tanto deles sem sequer saber o mínimo do que em realidade isto significa. Eu sei disso. Eu também, na juventude. como todo estudante universitário, já fui submetido ao conto dessa utopia e, sumariamente vulnerável pela ingenuidade dos neófitos, quase pensei assim. Mas, se ainda não conseguiu, está na hora de abrir os olhos e deixar de ser mais um incauto e desvencilhar-ser das armadilhas desse malfadado equívoco.

Para justificar o alcance de seus propósitos, criaram o conceito da social democracia. A auto-denominada social democracia é uma pretensa ideologia política que apoia seus fundamentos em intervenções econômicas e sociais perpetradas pelo Estado, para atender a um desejo de justiça social, dentro de um sistema basicamente semi-capitalista. Proclama ser e uma política envolvendo sindicatos e regulações econômicas, para o interesse geral da população, com intervenções para pretensamente  promover um desejo de distribuição de renda mais igualitária, declarando duvidoso compromisso para com a democracia representativa. É uma ideologia política que se auto situa como de centro-esquerda, composta por partidários (declarados ou não) do marxismo, os quais acreditavam que a transação para uma sociedade socialista deveria ocorrer sem uma revolução, mas sim por meio de uma gradual reforma legislativa do sistema capitalista, a fim de torná-lo suportavelmente mais igualitário. A diferença fundamental entre o conceito de social-democracia e outras formas de socialismo, como o marxismo ortodoxo, é a crença na supremacia da ação política em contraste à supremacia da ação econômica ou do determinismo econômico-industrial.

Sua voga impositiva foi impregnadas no imaginário social a tal ponto que o político que se julgasse moderno e atualizado, mas que não mencionasse proposta de “justiça social” estaria “condenado” a ser considerado um reacionário e mesquinho, possivelmente fadado a uma não eleição. Por decorrência, foi possível perceber a grande quantidade de partidos políticos que inseriram o termo “social” em suas legendas.

No entanto, caro cidadão, uma coisa que você tem que perceber é ter em mente que ganhar o dinheiro que te pagam em troca do que você produz e oferece licitamente não é errado. Isso se chama: oferta e demanda. É a lei do capitalismo liberal clássico. E não há nada de errado nisso. Nós, que vimos sofrendo toda essa influência, passamos à inconveniente mania de tomar conta da vida e do dinheiro dos outros, para concluir, numa moral equivocada, que ganhar dinheiro é errado e ser rico é pior ainda. A moralidade foi introduzida no conceito, modificando o significado dos termos e transformando  a ideia do modelo capitalista em um verdadeiro “pecado capital”.

Já atualmente, no entanto, nos frequenta alguma nova ideia. O neoliberalismo é um termo que tem sido utilizado, para descrever o ressurgimento de ideias associadas ao capitalismo (apresentadas pela suavização do liberalismo clássico). Seus defensores advogam em favor de políticas de liberalização econômica extensas, como as privatizações, austeridade fiscal, desregulamentação, livre comércio, e o corte de despesas governamentais a fim de reforçar o papel do setor privado na economia.

Embora o socialismo (ou comunismo mitigado para alguns) seja um conceito político de administração do Estado, mas que mistura a idealização da organização política com a do modelo econômico (de mercado), o capitalismo, entretanto, não se confunde com a democracia, nem se proclama como tal. Havendo nítida noção de ser entendido o primeiro como dito modelo econômico e o segundo a forma política de organização do Estado. Em vista desta conformação, no socialismo (ou no comunismo) é praticamente impossível dissociar o modelo político do modelo econômico.

Ontologicamente o modelo comunista sobrevive do apoderamento da coisa privada. E talvez por isso o capitalismo seja a forma de maior sucesso adotada na maioria das democracias mais estáveis.

A verdade é que todo socialista, social-democrata ou outros termos que tais, são em verdade futuros comunistas, em maior ou em menor grau. Pretendem utilizar os recursos do Estado, não para dar oportunidade a quem precisa se desenvolver e também se transformar em contribuinte da coisa pública, mas para simplesmente sustentar aqueles que não contribuem minimamente com o esforço republicano, por considerá-los incapacitados deficientes. Assim, em meio a essa ânsia clientelista em oferecer amparo aos desfavorecidos, está a necessidade de se obter recursos para patrocinar toda a sorte de assistencialismo social. E, para tanto servir como mantenedor contribuinte, quem senão a classe média possuirá toda essa força de trabalho e de recursos monetários – afinal é a classe média quem labuta no mercado formal, paga seus impostos e sustenta toda a pirâmide.

A verdade, também, é que socialistas misturam caridade e compaixão com leniência e demagogia. Provocam a frouxidão das leis para com os desfavorecidos e, com isso, deixam que os inescrupulosos se aproveitem dessa mesma indulgência, principalmente porque esses últimos sabem exatamente como desviar os recursos em seus próprios benéficos. Criam antagonismo entre os ricos e os pobres. Como se ser rico fosse amoral e ser pobre fosse ético. Querem sobretaxar as grandes fortunas (afugentando os investidores), quando somente taxar já seria o justo.

Capacitar-se, tornar-se um empreendedor, alcançar algum sucesso, ganhar dinheiro, pagar justos impostos e ter seu patrimônio protegido é tudo de bom e o que de melhor se espera em uma sociedade verdadeiramente democrática; perverso é se apropriar da coisa pública, em qualquer nível. Desde o alto gestor público que se apodera das comissões, quanto o pequeno miserável que invade um terreno. Assim como os recursos do Estado, terrenos municipais também são públicos, que podem até estar vazios mas possuem dono, porque é de todos.

Não desejaria ser um socialista ou ser obrigado a viver em um país assim. Definitivamente não quero ser apenas eu a pagar impostos: quero que todos trabalhem e arquem com os seus!

 

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Um comentário sobre “Intentona Socialista 

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